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Arenas Micronacionais no. 2

imagem de Hilal Iskandar
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Reino de Ilha Bela, Protetorado do Reino Unido dos Açores, Sacro Império de Reunião. Ano I – Edição 02 – 19/Maio/2009.
Arenas Micronacionais – Para quem lê, para quem entende, para quem sabe
ARENA #1 “Hoje, quais são as maiores dificuldades que os novos micronacionalistas encontram quando entram em uma micronação ativa?”
TEMA DAS ARENAS: Integração de novos micronacionalistas
NAS ARENAS MICRONACIONAIS:
Bruno Bragança (Reunião) Danilo Marques (Porto Claro) Rafael Navarro Cintra (Açores/Reunião) Raphael Garcia (Reunião)
ARENA #3 ARENA #2 O que representa o processo de regionalização para uma micronação que tem uma grande atividade mensagística central? O uso de listas de mensagens é uma vantagem ou uma barreira para a integração dos novos micronacionalistas? Há alternativas viáveis? ARENA #6 O ideal para a formação de micronacionalistas ativos, é facilitar que eles assumam responsabilidades e cargos de grande escalão governamental, ou todos deveriam começar com atividades em cargos mais simples? ARENA #7 Por qual motivo os programas de tutorias de novos micro-nacionalistas não são prioridades nas micronações?
ARENA #4 Teoricamente, qual a melhor forma de integrar os novos cidadãos ao cotidiano de uma micronação?
ARENA #5 Os novos micronacionalistas deveriam fazer algum curso básico de micronacionalismo, assim que entram em uma micronação?
ARENA #8 Há algum exemplo micronacional de sucesso na integração dos novos cidadãos?
Arena #1 Dificuldades para os novos micronacionalistas
Quase tudo é um problema para os novatos. Desde a quantidade avassaladora de e-mails até o Sentimento de não pertencimento. Não é fácil entrar em uma atividade que se conhece pouco e além da enxurrada de e-mails ter que acompanhar o papo de quem já está a anos no lugar, tentar se enturmar, perder a vergonha de falar e conseguir compreender, aprender e participar. Quando eu entrei nem foram as msg's que me assustaram mas toda a estrutura de Reunião e do MN, era novo, desconhecido e assustador. Não era fácil conseguir pegar o fio da meada do que se discutia, de que leis falavam, o nome de tudo e todos e os procedimentos. É como um novo emprego, ou melhor, um estágio, você entra tímido, não conhece nada e tem alguma dificuldade em "pegar" o serviço. Ainda que, hoje em dia, em parte eu diria que os novos micronacionalistas encontram grande dificuldade em escrever, compreender, interpretar e se fazer compreender. Não estão preparados para uma atividade sofisticada, com muita escrita, que exige muita paciência e dedicação. Estamos na era da comunicação rápida, das relações efêmeras, da velocidade em tudo que fazemos e o MN, apesar de tudo, guarda um pouco de conservadorismo, de estilo. O MN utiliza ferramentas modernas, redes telemáticas e etc, mas ainda assim não se vale da "moderna" línguaA maior dificuldade que tenho percebido gem de msn's e de toda a dinâmica jovem. nas últimas semanas, é o alto número de (Raphael Garcia) mensagens diárias que faz com que os súditos não tenham tempo de compreender a situação. Uma solução para isso, encontrada pelo Ministério Imperial da Imigração e Turismo, em conjunto com o ex-premier D. Giuseppe, foi colocar A maior dificuldade é se adequar a este todos os novos súditos em modo web only mundo novo, onde pessoas normais Hoje, quais são as maiores (resumo de e-mails diários), em Chandon, tornam-se Reis, Ministros, Imperadores e dificuldades que os novos e colocá-los diretamente nas capitanias. ainda mais lidar com toda a dinâmica de um micronacionalistas Assim, dando oportunidade que eles país virtual que se sustenta em bases encontram quando entram aprendam, sem que sofram com seus virtuais, ou seja, listas de e-mails, sites, em uma micronação ativa? e-mails lotando com assuntos dos quais blogs e similares. (Rafael Navarro Cintra) ainda desconhecem. Os novos súditos sempre chegam com o pensamento de que o micronacionalismo é uma espécie de jogo de RPG, quando percebem que tudo acontece via e-mail, eles acabam abandonando. Por isso, sempre esperamos, mesmo quando temos um "BOOM" de formulários, que apenas 10% ou menos, se interessem pelo Império. (Bruno Bragança) As maiores dificuldades sempre foram: Compreender o contexto virtual, isto é, a sistemática do micromundo. Além disso, percebemos que os mais antigos têm dificuldades em partilhar um pouco de seu espaço, justamente pela questão da conciliação dos egos. (Danilo Marques)
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Arena #2 A importância da regionalização
Foram raras as vezes em que vi uma Regionalização de fato. Posso citar o caso do Vice-Reino de Mariana, que chegou a concorrer em msg's com Reunião, Açores atualmente, Sloborskaia (Cantão de Pasárgada) em Alguns momentos e só. Talvez existam Outros exemplos mas, no geral, as regiões não são muito ativas ou, se são, a lista Principal também o é. Podemos encarar a regionalização com outros olhos, não como uma "tomadora" de atividade ou de mensagens da Lista Nacional mas como uma maneira de espalhar atividade e levar mais qualidade à Lista Nacional, diminuir os msg's de conteúdo totalmente inútil na esfera "nacional". Neste aspecto considero este processo benéfico e, ao menos na Reunião atual, imprescindível para o bom funcionamento da micronação. Mas em outros casos, especialmente quando esta regionalização vem em uma micro pouco ativa (em termos de atividade na Lista Nacional) ou com ares de sentimento nacional concorrente aos da Micro como um todo – como foi o caso da tentativa de golpe dos Socioculturalistas em Maurício – então temos um grande problema. Mariana Conseguiu superar este problema no seu tempo, apesar de alguns rachas e algumas tentativas malogradas de separação, notadamente comandadas por Gerson França. Em suma, o regionalismo pode ser bom ou ruim, dependendo da maneira como for encarado e dos objetivos por de trás deste processo. O processo é, Em Reunião existe uma valorização em si, neutro. desnecessária a atividade central, todos (Raphael Garcia) os assuntos regionais, legislativos, judiciais, etc, deveriam ficar restritos as suas respectivas A criação de pontos de atividade, listas. É complicado exigir atividade aproximando-se ainda mais da forma como regional, enquanto a mais incentivada é O que representa o proum macro país se organiza, afinal, o que a central. Sem falar que a lista central cesso de regionalização seria de nós se todos os debates fossem fica abarrotada de mensagens, havendo para uma micronação que feitos em Brasília?! A partir do assim um mensagismo desnecessário. tem uma grande atividade Momento que se regionaliza uma Eu vejo, como extremamente importante mensagística central? micronação, você cria atividade, cria um o apoio a regionalização e a restrição das fluxo e torna mais interessante, em minha mensagens locais em suas respectivas listas. opinião, o que fazemos aqui no micromundo. Claro que é um ponto de vista, com prós (Rafael Navarro Cintra) e contras, onde há os que concordam Cada micronação tem e os que discordam. (Bruno Bragança) Sua especificidade. A beleza do micromundo está exatamente na diversidade que cercam esses paísés virtuais. Se a atividade já se encontra pulverizada, por que não concentrar todos os ativos num único local? Imaginemos uma nação fictícia que não esteja passando pela crise que há muito tem abatido o micromundo. Esta nação feliz e imaginária, com suas centenas de cidadãos ativos, teria, sim, condições de manter listas paralelas com cidades e distritos. Todos vivendo e integrando-se no contexto maior que é a nação à qual esses "pedaços" do país façam parte. Entende-se que deve haver preocupação quase que exclusiva com o núcleo, que é a lista nacional. Seria, inclusive, conditio sine qua non para que distritos, cidades, cantões, vice-reinos e capitanias se desenvolvam e, de certa forma, prosperem. Todavia o que não se pode negar é que vivemos, recentemente, o ponto de máximo dessa crise. Claro que estamos lentamente emergindo dessa realidade e abraçando micronacionalistas com muito potencial e que estão se dedicando. Se os mais antigos se dispuserem a fomentar a atividade e integrar um novato, mais micronacionalistas teremos. Ainda que tenhamos um percentual considerável de novos, é necessário encarar a crise - e reconhecê-la!!! E centralizar a atividade num local único, até por motivos de organização e uma eficiente gestão. Precisamos de bons gestores que enxerguem a situação atual e sejam capazes de se adaptar às realidades. Assim como empresas, cada nação segue seu ritmo e é preciso que os 'managers' e os CEOs (presidentes, reis, imperadores, etc.) entendam tudo isso. (Danilo Marques)
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Arenas Micronacionais
Para quem lê, para quem entende, para quem sabe!
Arena #3 Listas de mensagens e outras alternativas
Em Pasárgada, a coisa de um ano, foi tentada uma diversificação, ir além das listas. Usou-se Ning, Youtube e etc. Não vingou. Os antigos não gostaram, no geral, e os novos, bem, não vi nenhuma entrada surpreendente de novos por conta destas "inovações". Na época fui grande crítico deste processo de "modernização" e no fim a idéia mostrou-se ineficaz. É bonitinho, legal, "hype" mas pouco prático. Podemos, e devemos, tentar novas ferramentas complementares às listas, mas nunca concorrentes. Sobre os novatos, eu não vejo qualquer diferença entre os de hoje - que usam MSN, que tem Orkut, Facebook, Twitter e etc. - e os de ontem. Poucos ficam, poucos se adaptam e não acho que o fator tecnologia influa muito nesta escolha. Vi gente de micros de Orkut que preferiram Reunião ou Pasárgada e que, via de regra, deveriam repudiar algo tão arcaico. Enfim, seja com boards (anglofonia e Gov. Virtual) ou listas, o estranhamento, o susto e a falta de compreensão se mantém. Se por um lado receber 100 e-mails por dia assusta, entrar em uma lista com 500 tópicos assusta da mesma maneira. Qualquer novato é igual. Seja qual for a plataforma, a tecnologia, um novato é sempre Alguém que desconhece a realidade micronacional e que tem que se dedicar e penar para entender. Como todos nós fizemos. Uma alternativa, é a produção de Eu acredito que são os dois ao manuais, apadrinhamento, grupos no MSN, Para a nova geração, seria uma mesmo tempo. Não é preciso de muito PVT's, uso de vídeos-aula, cursos, Lista barreira. Poderia ser criado, por exemplo, conhecimento técnico para se responder separada de ambientação ou entrada um fórum de boas vindas onde os novos um email, o que já muda em outras situações, só em lista regional até maior súditos ficariam aprendendo mais sobre o mas ao mesmo tempo se a atividade mensaadaptação e etc. micronacionalismo e após, serem "fisgados", gística de determinada micronação se (Raphael Garcia) eles seriam apresentados e incluídos nas concentra em debates vazios ou ideológicos ao listas do yahoo. O grande problema é agradar extremo, o novato não conseguiria se adaptar os "novos" e os "veteranos". Talvez, uma com facilidade, aumentando as chances de alternativa no momento seria, como usei desistência do mesmo. Atualmente muitas O uso de listas de mensano exemplo acima, a mudança, nem que pessoas tem entrado na onda da inclulsão gens é uma vantagem seja para um teste, para um sistema de digital, o que facilita que os novatos ou uma barreira para a fóruns. Os fóruns são mais modernos e consigam lidar com uma quantidade integração dos novos jovens, agrupam as mensagens por razoável de mensagens em sua micronacionalistas? assunto, não lotam as caixas de e-mail, caixa de mensagens, mas, se ao chegar ele Há alternativas viáveis? etc. Sempre será difícil achar uma alternativa encontra discuções que não agregam ao nosso que agrade a todos, mas um dia o microhobby e em clima pesado, desistira facilmente. nacionalismo terá que acompanhar os avanços Algumas alternativas viáveis seriam os foruns, Redes sociais e grupos tecnológicos e terá de evoluir. Vivemos em blogs e similares, mas não vejo como do MSN são o nosso ICQ, uma era 3D e na minha opinião, um sistema uma boa ideía a extinção das listas de Miranda, mIRC e Paltalk do passade fóruns já seria um grande passo para mensagem, elas devem ser sim do. Nós temos nossa origem que foi com esse avanço. Vai chegar um dia que as o ponto central, como a Ágora grega, as correspondências. Ali foi fecundado, depois propagandas não serão mais blogs, foruns e similares apenas agir cresceu e amadureceu, isso, digo, o micronaciosuficientes para atrair a nova como um complemento. nalismo. Cresceu, passou pela adolescência (com os geração. (Bruno Bragança) (Rafael Navarro Cintra) conflitos, revoltas e rebeldias - sim, as guerras micronacionais) e hoje está numa idade adulta com cabelos um pouco grisalhos. Em todo esse processo a lista nacional sempre foi o que deu tesão a nós, micronacionalistas. Há fóruns, como é utilizado pelo Reino da Itália, mas mesmo esses padecem de organização, pois um mesmo Tópico é "revivido" ou "ressucitado" quando, por exemplo, um indivíduo entra na nação e o mesmo tópico é acionado. Esse é o aspecto negativo dos fóruns. Entretanto, temos num fórum a lista nacional, o site e chats: tudo integrado. O que queremos dizer é que o Yahoo!Grupos já é completo e perfeito? Não, pois há o problema dos SPAM e da infraestrutura que não chega a ser tão atraente quanto os fóruns atuais, mas possui os mesmos recursos e ainda te possibilita escolher se queres participar como fórum ou recebendo como email. A lista nacional te dá o livre-arbítrio. Defendo da lista nacional? Sim, mas não podemos ignorar a tecnologia de Redes sociais como orkut, ning, twitter, etc. O que podemos fazer é utilizá-los em nosso benefício, captando mais gente. Possibilidades não faltam, o que não temos é pessoas (líderes, presidentes, reis e imperadores) capazes de saber utilizá-las. (Danilo Marques)
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Venha conhecer as doenças mais comuns do micronacionalismo!
Arena #4 Eficiência na integração dos novatos
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Como eu disse antes, através de manuais, apadrinhamento, grupos no MSN, PVT's, uso talvez de vídeos-aula, cursos, lista separada de ambientação ou entrada só em lista regional até maior adaptação e etc. Mas mesmo com tudo isso, só os bons, os que realmente se interessarem e forem capazes ficarão. Sem comprometimento nada adianta. E o MN exige muito do micronacionalista, especialmente do novato. E, é engraçado, mas o novato se assusta ao receber 100 msg's, mas é o mais antigo que tem vários cargos, está em várias listas e recebe o triplo e, graças à sua posição, lê quase tudo! (Raphael Garcia) Muitos podem achar que o acompanhamento diário ou a distribuição de cargos aos novatos seja um fator essencial para atrair definitivamente os novos súditos, isso ajuda e muito, mas não vejo como essencial. Na minha opinião, só se interessa pelo micronacionalismo quem quer. Eu mesmo possuo inúmeros novos súditos Teoricamente, qual a melhor adicionados a meu MSN, mas noto forma de integrar os novos a falta de interesse em cada um deles, cidadãos ao cotidiano de uma noto que eles não se sentem atraídos. micronação? Não há como fazer as pessoas se interessarem ou obrigá-las a isso. O problema, como sempre digo, é que a nova geração não sente atração pela forma "antiquada" do micronacionalismo. A internet evolui assustadoramente em 10 anos, assim como a tecnologia, porque uma micronação, como Reunião que possui 12 anos, também não pode Tutoria em lista, por email, MSN. Mas de evoluir? (Bruno Bragança) nada adianta tutoria se o cara não tem "sangue"
O que já fizemos em Açores e deu Certo, foi o plano de tutoria, onde um cidadão mais experiente de micro mundo, literalmente pega o novato pela mão e lhe acompanha em um período, digamos, onde ele se acostumará e aprenderá qual a dinâmica de uma micronação e de que forma ele poderá se encaixar nela. Atualmente, o Ministério de Educação açoriano, tem iniciado alguns projetos nessa área, o que tenho certeza trará muitos frutos. (Rafael Navarro Cintra)
de micronacionalista. Se tiver, o próprio cotidiano micronacional vai motivá-lo. Temos exemplos notáveis, inclusive um recente em Porto Claro. Também sou um defensor da política do pão e circo. De nada adianta apenas intensos debates sobre economia, política ou religião se não temos diversão para o povo. Hoje Porto Claro é a única nação que verdadeiramente proporciona isso para seu povo e para os de outras nações que buscam no War ou no Xadrez (organizados por um brilhante e competente portoclarense de nome André Szytko) um pouco de diversão para fugir do estresse do dia a dia micronacional. (Danilo Marques)
O arquipélago mais famoso do micronacionalismo!
Arena #5 Educação para os novos micronacionalistas
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Sem sombra de dúvida! Esta é uma de minhas sugestões e já tentaram implementar em Reunião e em outras micros. Não um curso para ensinar"patriotismo" ou criar uma ideologia, mas um curso para ambientar, dar os primeiros passos, ensinar o que é o MN e, junto a isso, acompanhar o novato em alguma lista regional com alguma atividade para que ele possa aprender também tendo contato direto com o MN. Após isso, a Lista Nacional será mais fácil de acompanhar. O ponto principal e mais complicado é criar um curso simples e direto, ao alcance dos novatos, selecionar os tópicos e passá-los de maneira que o novato não se sinta perdido – ou mais perdido. Este é o desafio. Com um manual qualquer um poderá passar, o objetivo deve ser criar um guia para que qualquer um possa, com tempo, ensinar os novatos Eu acho um pouco de bobagem, de uma maneira uniforme 90% dos maiores micronacionalistas e garantida. (Raphael Garcia) que conhecemos, não fizeram curso algum. Como eu sempre digo, vai do interesse de cada um, quem quer corre atrás. O arquivo imperial, por exemplo, é uma biblioteca online, Sim, uma espécie de manual onde podemos encontrar quase todas Os novos micronacionalistas deve ser elaborado, como as leis imperiais, sem falar nas listas deveriam fazer algum curso parte do programa de tutoria, históricas de Reunião, no Yahoo, básico de micronacionalismo, sendo um guia rápido para os onde pode-se tirar um conhecimento assim que entram em uma novos micronacionalistas, incrível. Hoje em dia, com a internet micronação? em caso de dúvidas. e as ferramentas de busca, podemos (Rafael Navarro Cintra) rapidamente entender um pouco sobre o micronacionalismo. Esses cursos, nem sempre funcionam e nem sempre os novatos se interessam por participar, alguns nem acompanham as discussões nas universidades, por exemplo. (Bruno Bragança) Sim e não. Os novos (que vieram de outras micros) só precisam de boa vontade para pesquisar no site e tirar dúvidas. Os novos 'zero cabaço', sim, precisam de atenção especial. Sigo a linha de que é preciso vincular escola-imigração-integração. A micronação que fizer isso com eficiência vai sair na frente das demais. (Danilo Marques)
Arena #6 Forma de incentivo a evolução dos novatos
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Depende da capacidade de cada um. Cargos são básicos. Motivam, alegram e dão importância e objetivo. Mas não adianta dar ao novato uma cadeira na APQ no primeiro mês. Tampouco abandoná-lo em um burgo, sozinho. A atividade capitanial deve ser prioritária e os cargos com alguma utilidade também. Legislativo regional é uma opção excelente. Claro, alguns aprendem mais rápido ou já leram alguma coisa ou simplesmente são bons, este já podem ir mais longe. A questão é "sentir" quem tem ou não, já, o que é necessário pra cada cargo. E isso se dá através de curso, apadrinhamento, conversas e sondagem. (Raphael Garcia)
Na minha opinião, lugar de novato é aprendendo nas regiões imperiais. Os cargos de maior responsabilidade tem que ser conquistados com tempo, conhecimento e experiência. Não podemos apressar o processo para ver se os seguramos no Império. Temos que dar mais valor as listas e cargos regionais, lá é que devemos formar os novos súditos que um dia irão se aventurar na movimentada lista de Chandon. (Bruno Bragança)
O ideal para a formação de micronacionalistas ativos, é facilitar que eles assumam responsabilidades e cargos de grande escalão governamental, ou todos deveriam começar com atividades em cargos mais simples?
Depende do background macro dessa pessoa, isso deve ser levado em conta, ao definir a área que esse novato irá atuar e em que escalão, é tudo uma questão de análise pelas pessoas responsáveis. (Rafael Navarro Cintra)
Cada caso é um caso. Há a questão da confiança que envolve tudo isso. Não votaria ou confiaria em alguém que abandonou o barco noutras ocasiões, quando a nação mais precisava dele. Para esse, seriam dadas atribuições mais singelas a fim de que o micronacionalismo o ensinasse a valorizar e respeitar a palavra confiança. É verdade que os iguais devem ser tratados igualmente na medida de suas igualdades e os desiguais, desigualmente na medida de suas desigualdades. E a democracia premia os iguais, os bons e honestos, e, geralmente, pune os 'vilões'. E, com a mesma democracia, muitos têm a oportunidade de serem indivíduos melhores, de mudar, de fazer diferente. É a chance de aprender fazer o certo! Na verdade o micronacionalismo é um grande aprendizado. Os mais velhos entraram moleques e hoje estão advogados, contadores, médicos, engenheiros, sociólogos, etc. Inclusive muitos seguiram no macro motivados pelo micro. Conheço um caso de um micronacionalista que aprendeu a fazer home-pages nos primórdios do micromundo em código html. Hoje é um profissional de sucesso na área da informática. O aprendizado é contínuo. A dor é momentânea, mas a experiência é para sempre. Merecemos ter o cargo x ou y? cada caso é um caso, cada micro é uma micro. Mas garanto que, se deres funções que importem em decisão, o 'funcionário', isto é, o micronacionalista, ficará satisfeito e será ativo. Isso quem diz é a Teoria da Administração. Leiam Chiavennato, a propósito. (Danilo Marques)
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Arena #7 Programas de integração fora das prioridades
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Em parte porque nunca fazem manuais de fato, com pontos específicos, um guia pronto e que deva ser seguido e, o ponto talvez principal, pelo MN ser uma panela. Antigos não gostam de largar o osso, ensinar, "perder tempo" com pessoas que não sabem de nada e etc. Não descem dos pedestais. Ambientar um novato não é fácil, exige muita paciência e muitos – a maioria? – não tem esta paciência. Esperam que todos leiam por sua conta, já saibam de tudo, não cometam erros e etc. Isso acaba ajudando ainda mais a afastar os novatos. (Raphael Garcia) Quando eu entrei em Reunião, esses tutoriais me ajudaram e muito. Lembro-me de ter lido um tutorial sobre Pronomes de Tratamento e tantos outros que até hoje, se não me engano, estão armazenados em Chandon. Eu acho extremamente necessário que os "veteranos", que já possuem uma grande experiência no micronacionalismo, deixem registrado seus conhecimentos às gerações posteriores. (Bruno Bragança)
Por qual motivo os programas de tutorias de novos micronacionalistas não são prioridades nas micronações?
Não sei bem dizer, talvez eles entendam que se você não consegue lidar e responder 980 mensagens sobre como a barba de Karl Marx ficava melhor ou se determinado termo jurídico se aplica ou não ao micromundo, você simplesmente não serve para esse hobby, o que eu discordo profundamente. (Rafael Navarro Cintra)
Porque as pessoas não acreditam que possam ter resultados positivos para as micronações e por preguiça. Muitos consideram um saco explicar pros novatos o ABC micronacional. Nem todos os novatos são autodidatas ou tem maior capacidade de aprendizado num espaço de tempo mais curto. Não há gota d'água igual sequer. (Danilo Marques)
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Arena #8 Exemplos de integração que deram certo
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Se existe eu, honestamente, não conheço. Nunca estudei a fundo as experiências Pasárgadas mas sei que em Reunião o Itzhaak deu início a um interessante Programa para novatos, com aulas - mas não cheguei a ver ativo - e em Pasárgada me lembro de algum programa para "adotar" um A maior integração que pude novato. Mas o sucesso destes acompanhar nos meses que estive nunca pude comprovar. no micronacionalismo é feita via MSN, (Raphael Garcia) por chats, etc. É a tecnologia ajudando a atrair novos súditos para Reunião. Hoje, um grande exemplo de integração, é o "Salão Retangular", onde os micronacionalistas podem bater um papo e se divertir. Lembro-me de ter Sim, o programa de lido inúmeros protestos quando Há algum exemplo tutoria que começamos D. Valadir, em sua gestão como premier, micronacional de a desenvolver em Açores se não me engano, propôs a criação sucesso na integração a alguns anos. deste chat. Isso, só é um exemplo de que dos novos cidadãos? (Rafael Navarro Cintra) precisamos evoluir e acompanhar a tecnologia para tornar o império ainda mais "atrativo". Eu vejo uma enorme concentração de novos súditos no chat "Facílimo" e dificilmente os vejo em Chandon ou nas listas capitaniais. Não seria esse mais um motivo para pensarmos numa evolução do micronacionalismo? (Bruno Bragança) Vários. Não posso citá-los por sigilo funcional e pela ética. Mas eles estão aí ativos entre nós. Agradeço a oportunidade de falar um pouco sobre imigração, integração e levar um pouco do que entendo disso tudo no micromundo. (Danilo Marques)
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Ano I – Edição 02 – 19/Maio/2009.
Editor: Wagner Côrte-Real Bacciotti Campodonio (Açores/Reunião) Participantes nesta edição: Bruno Bragança (Reunião) Danilo Marques (Porto Claro) Rafael Navarro Cintra (Açores/Reunião) Raphael Garcia (Reunião)
Telegrapho Real Chandon; Imprensa Livre; Jornaleiro.

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