Um mais um é sempre mais que dois

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Dificuldade de construir projetos coletivos é uma das fragilidades do Micronacionalismo, marcado pela multiplicidade de projetos individuais.
Tuesday, July 7th, 2009 - Tuesday, July 14th, 2009


Sh. Hilal Iskandar

Trabalhando Juntos
Poucas vezes  micronacionalismo é capaz de inspirar projetos coletivos, ainda mais de longo prazo. Mesmo as micronações passam por imensas dificuldades para conseguir definir um rumo, uma prioridade, e segui-la.Quando muito se constroem alianças fundadas em valores que por si só tornam a ligação frágil, vaidade, intriga, ambição. O canibalismo é prática bem mais comum do que se imagina e talvez isto contribua para explicar o estado deplorável que hoje nos encontramos.
Há muitos que simplesmente já deixaram de lado a esperança de construir algo coletivo que não seja um amontoado amorfo de vontades individuais mantidas juntas pela  frágil cola dos interesses egoísticos. É difícil a nação que não veja o acúmulo de funções em algumas mãos e a mesmo tempo a multiplicação de cargos com funções muito difíceis de distinguir para tentar equilibrar os egos.
Açores tem a vantagem do pequeno tamanho e de ter passado por uma experiência traumática bem recente. Sem dúvida a sua unidade interna está em alta depois de um movimento que conseguiu reunir e organizar-se com mais de uma dezena de pessoas e ainda assim não foi traído nem infiltrado nem manipulado. Mesmo estando no limiar da "massa crítica" na qual é essencial um esforço além do comum para manter os projetos andando e a atividade em alta é este sentimento de unidade que não desperdiça tempo e recursos em intrigas que dá impulso.
O Portal é um bom modelo moderno de gestão nào só pela tecnologia implícita nele e pela habilidade de comunicação com ferramentas diversas, mas também porque tem um modelo de produção de conteúdo descentralizado combinado com uma apresentação consistente e centralizada segundo padrões objetivos e facilmente controlados, com plena transparência. Não foi algo surgido do nada, mas fruto de expeiência e pesquisa, boa pate dela adaptada para um projeto macro de agentes comunitários de informação que acabou não se concretizando ainda.
Mas ele sempre esbarrará na dificuldad de construção de projetos coletivos pois mesmo nas condições ideais de unidade, integração e propósitos comuns existentes nos Açores ainda assim só é possível que se avance para além do medíocre na medida em que se constróem estes grandes projetos coletivos. É sempre mais difícil envolver-se em um projeto coletivo e de forma alguma a relevância que dou à questào significa que os projetos individuais são menores, menos importantes, destaco apenas que para se fazer coisa grandiosas para a micronação é preciso o esforço coletivo e o envolvimento de cada um. Em uma micro ideal cada um tem um pedacinho do país porque fez uma parte, mesmo que pequena, dele.
Açores tem avançado muito nestes momentos e seus cidadàos tem demonstrado genosidade ímpar. Correndo o risco de esquecer algo importante nào se pdoe deixar de enumerar o maravilhoso trabalho gráfico de D. Gabriel, em especial com os mapas, as condecorações e fotos trabalhadas de D. Vicente, a coidiana preocupaçào de D. Fernando com o projeto econômico, o incansável trabalho de D Wagner criando blogs para organizar e recuperar o conteúdo açoriano e fazendo o diário de tudo que acontece no país com a Tribuna dos Açores - a qual por sinal é justamente o coraçào do Portal e o melhor exemlo de seu funcionamento em condições ideais.
Estas preocupações tem dado um impulso excepcional à atividade de qualidade e permitindo que se vejam resultados concretos, mas é preciso penar um paso adiante, aprofundar este esforço, criar mecanismos pra que todos se integrem a este esforço e criando rotinas para que os novo cidadãos que chegem sejam capazes de compreender e se integrar a esta dinâmica.
















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